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  • 31 de dez. de 2025

Atualizado: 3 de jan.

Depois do término do Doutorado, em fevereiro, o ano foi pesado em relação a concursos docentes. Vieram, felizmente, três aprovações, cujas contratações dependem do período de necessidade das instituições:


  • Professora substituta no Colégio de Aplicação da UERJ (2º colocação)

  • Professora substituta de Literatura Brasileira na UERJ (3º colocação)

  • Professora substituta no Colégio Pedro II (21º colocação)

 

Finalizamos os encontros da turma de pós-graduação em Literatura Brasileira que escreveu contos bem legais neste semestre na Faculdade de Letras da UFRJ. Agradeço novamente ao Dau pelo convite para estar como professora nas aulas do Fundão com ele e com a Lina, a quem também agradeço pela parceria.


Nós, professores, ainda temos trabalho por aqui, mas agora é hora de celebrar esses encontros que foram tão proveitosos - a literatura produzida por essa galera é coisa muito boa.


Ao longo do semestre, pude me reconectar com o espaço onde estudei/pesquisei por dez anos (graduação, mestrado e doutorado) aos olhos de novas autoras, novos autores. Passeamos pela cidade partida, pelas páginas lidas num banco de ônibus e por nossas histórias, sempre conduzidos pela ficção, responsável por remendar, apontar ou criar caminhos. Valeu, pessoal!

 
  • 26 de set. de 2025

Minha crônica "O instante da crônica" foi publicada recentemente no blog da editora Samsara, na coluna Página virada. O texto aborda a orientação da escrita de contos na Pós e no Ensino Básico, que tem sido uma experiência trabalhosa, mas reveladora de instantes bonitos como o que motivou esta crônica. Segue um pequeno trecho:


"Nessas horas, ser professora faz com que você seja colocada no lugar de alguém que ensina a escrever. Em se tratando de literatura, no entanto, imagine quanta responsabilidade – e, mesmo, impossibilidade. Partindo de uma estrutura e de reflexões provocadas por contos lidos anteriormente, como o da moça tecelã, o que se pode fazer é apontar caminhos, partilhar ideias, ativar memórias e proporcionar, de alguma maneira, o encontro de quem escreve com a própria vida. Que fiquem livres para narrar."


Para ler a crônica completa, clique aqui.



 
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© Todos os textos são de autoria de Thaís Velloso, exceto quando indicado. 

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