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  • 29 de abr. de 2025

Atualizado: 1 de jul. de 2025


Em março de 2024 fui aprovada em 1º lugar no concurso para Professor(a) Substituto(a) do Colégio de Aplicação da UFRJ. Assumi o cargo de professora da instituição no meu último ano do Doutorado, e o trabalho por lá segue neste ano de 2025, com o contrato renovado.

 

Ainda no SINALLIP, na UERN, eu e Kaio Rodrigues ministramos um minicurso online. "Te apresento a mulher mais discreta do mundo": a reinvenção feminina na literatura brasileira contemporânea teve quatro horas de duração e o conteúdo partiu da ementa disponibilizada abaixo.


Ementa:

Com foco na ficção contemporânea escrita por mulheres, mais especificamente a partir dos anos 2000, este curso pretende ler e debater contos produzidos pelas autoras Maria Valéria Rezende, Cíntia Moscovich, Conceição Evaristo e Giovana Madalosso à luz das teorias feministas. Para isso, serão abordadas as obras Vasto mundo (2001), Essa coisa brilhante que é a chuva (2012), Olhos d’água (2014) e A teta racional (2016), centrando-se na leitura de um conto de cada livro, a fim de discutir ficcionalização de questões de gênero e procedimentos literários da ficção criada por mulheres. As narrativas curtas selecionadas têm como protagonistas personagens femininas, as quais serão fio condutor para a análise de suas representações ficcionais e, consequentemente, da relação da literatura contemporânea com os discursos feministas.

 

Atualizado: 1 de jul. de 2025

Em 2021, em meio às discussões sobre a proposta de taxar os livros, concedi uma breve entrevista a respeito do assunto para o site ABJ Notícias, que publicou a matéria "Receita federal defende taxação de livros e reafirma desigualdade social no país". Segue um trecho:


"A professora, revisora e doutoranda de Letras pela UFRJ, Thaís Velloso, esclarece que a justificativa da Receita Federal de que os livros só são consumidos pelos ricos não condiz com a realidade e, caso fosse verdade, 'seria uma explicação ainda mais excludente por não desejar a alteração do cenário e não querer garantir a ampliação do acesso aos livros'. Thaís pontua ainda que a taxação será negativa para o âmbito cultural, uma vez que, se concretizada, contribuirá para o monopólio das classes altas sobre a cultura."


A matéria completa pode ser lida aqui.

 
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© Todos os textos são de autoria de Thaís Velloso, exceto quando indicado. 

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