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Publiquei hoje em minha newsletter a crônica "O palavrão e a poesia", sobre a leitura do recém-lançado Embora, de Paulo Henriques Britto, certamente um dos melhores, se não o melhor, poetas contemporâneos.


Para ler a crônica, basta clicar aqui.

 

Gostei tanto de "Dias perfeitos", filme de Wim Wenders, que vi duas vezes. Na crônica de hoje, publicada na minha newsletter, recupero o filme, sua ótima trilha sonora e a lembrança que ele me trouxe de um dos melhores contos de Guimarães Rosa. Segue um trecho:


"Pensei em Rosa depois de assistir duas vezes ao filme de Win Wenders, Dias perfeitos. Porque o personagem parece contrariar essa sensação narrada em 'Os cimos'. Acordar e olhar para o céu todos os dias, entrar no carro a caminho do trabalho e ouvir suas fitas cassete, parar nos mesmos lugares para comer, observar a mesma árvore depois de ter passado um tempo limpando os banheiros de Tóquio, molhar suas plantas no mesmo horário de sempre e ler um pouco toda noite antes de dormir são hábitos que não lhe tiram outro: o da apreciação. Daí a parecer que qualquer ação banal, como olhar a sombra das folhas das plantas na parede enquanto espera uma pessoa usar o banheiro para voltar a limpá-lo, se assemelha ao prazer que ele sente ao ouvir a voz que o afaga cantando 'House of the rising sun'."


Para ler a crônica, basta clicar aqui.

 

Está no jornal O Globo deste sábado minha resenha de "Recapitulações", livro de contos de Maria Valéria Rezende que nos coloca diante de personagens já conhecidos da literatura.


Topei, com muita alegria, o convite para escrever resenhas para O Globo e de vez em quando publicarei na seção "Crítica de livro", do Segundo Caderno. Começar com Maria Valéria, sem dúvida, é uma estreia em grande estilo.


A publicação está disponível no jornal impresso e na versão digital:



 
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© Todos os textos são de autoria de Thaís Velloso, exceto quando indicado. 

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